domingo, 31 de julho de 2016

Visualização: Conclusão





Como correu o mês da visualização?


Comecei o mês a sentir-me limitada na minha visualização, mas ao longo do mês fui reaprendendo a sonhar, a visualizar. Percebi que posso visualizar o que quiser para a minha vida, posso visualizar o que quero ser enquanto pessoa, posso visualizar que aspecto quero ter, posso visualizar a minha saúde... As hipóteses são infinitas.
Percebi também que posso visualizar uma coisa hoje e outra completamente diferente amanhã, e não faz mal. Deixei de me limitar com o receio "Será que quero mesmo isto?". Visualizo o que me apetece hoje e amanhã logo se vê.

Durante este mês contei-vos como correu a minha visualização semanalmente (semana 12, 3 e 4). Contei-vos o que escolhi visualizar em cada dia, até vos contei como visualizei os meus dentes, com o objectivo de vos mostrar que não temos de ser tão sérios nos nossos desejos.


A minha opinião sobre a visualização após praticá-la


A visualização é um hábito divertido de praticar, quando conseguimos libertar-nos dos nossos limites. É um hábito que nos permite sonhar, perceber o que queremos para nós em determinado momento, perceber o que queremos ser no futuro.

Ao visualizar como queria que corresse cada dia, permitiu-me planear melhor o que queria fazer e fez ficar os meus dias mais fluídos. Permitiu-me ser pro-activa em vez de reactiva ao que surgia. Sabia o que queria fazer e quando. 
Houve muitos dias que aconteceram coisas que não visualizei, claro, mas isso é que tem piada, ver os planos que a vida tem para nós. E nesses dias deixei-me ir.



Vou continuar a praticar a visualização?


Claro que sim. É a minha oportunidade de sonhar, de saber o que quero, de construir as coisas na minha cabeça e ver algumas coisas a transformarem-se em realidade.


E vocês, têm conseguido praticar algum hábito?



sexta-feira, 29 de julho de 2016

Semana #4: Como correu a visualização



Vamos ao balanço semanal. Esta semana ao contrário das semanas 1, 2 e 3, não escolhi nenhum tema específico para visualizar, pratiquei todos os dias e visualizei o que me apeteceu em cada dia, coisas como:

  • onde vou viver
  • onde vou trabalhar
  • como vou trabalhar
  • como quero ser enquanto mãe e "marida"
  • como quero ser daqui a um ano
  • como quero ser daqui a cinco anos
  • a pessoa que quero ser


Continuei a visualizar os meus dentes certinhos (está quase, mas continua a faltar o quase) e o meu dia como na primeira semana. 

Além de tudo isto, passei o mês a visualizar a recuperação de uma perna que não é minha. Imagino a pele toda sarada e cor de rosa (aprendi que cor de rosa é bom). Afinal de contas, também podemos utilizar a nossa visualização para ajudar outras pessoas.

E a vossa visualização, como tem corrido?



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Descobrir o meu propósito



"Quem és tu, quando ninguém está a ver?"



Gostava muito de vos dizer qual é o meu propósito, a razão de estar aqui neste planeta. Gostava muito de vos ensinar a descobrir o vosso próprio propósito. Mas, a verdade é que nunca soube responder a esta pergunta. A verdade é que sempre me senti desconfortável com esta pergunta.

Houve uma altura em que confundi propósito com profissão e nunca me senti realizada, nunca senti o "nasci para fazer isto". Existem muitas coisas que gosto de fazer, mas não sei se alguma delas será o tal propósito.

Segundo os entendidos no assunto, todos nós temos um propósito, uma missão. Mas apenas alguns de nós estão a vivê-lo. O propósito pode não ser o nosso trabalho, pode ser um hobby. Supostamente quando estamos a viver o nosso propósito, todas as nossas acções são consistentes com aquilo que somos e sentimos que tudo tem um sentido.

Decidi então sair da minha zona de conforto e encarar esta questão de frente, durante o próximo mês vou tentar descobrir qual é o meu propósito. Pode acontecer chegar ao fim do mês e não ter descoberto nada e ainda estar mais baralhada do que agora, mas pelo menos tentei. Vou ter que encarar algumas questões que ando a evitar, mas agora vai ter de ser.

Ao contrário dos outros meses em que tinha de praticar um hábito, como o pensamento positivo, a meditação, o pensamento oposto e a visualização. No próximo mês o hábito vai ser partir à descoberta e encontrar o tal propósito.

Se alguém já encontrou o seu propósito pode dar aqui uma (grande) ajudinha e dizer como descobriu e como vive o seu propósito. Se, como eu, não sabem, estão dispostos a tentar descobri-lo?




segunda-feira, 25 de julho de 2016

Segue a tua missão




"Todas as pessoas - sem excepção! - têm um ou mais Propósitos. Acreditar que apenas algumas pessoas têm uma missão é o mesmo que acreditar que o Propósito é oferecido apenas a alguns afortunados (...). Se assim fosse, o Propósito só poderia ser oferecido por qualquer divindade altamente parcial, uma vez que só disponibilizaria esta oportunidade a certas pessoas.
Joana Areias, Tu Consegues! 


Estou a terminar a etapa de dominar a mente e já pratico os hábitos de pensamento positivo, meditação, pensamento oposto e visualização. Foi um longo percurso desde que iniciei o meu crescimento interior de forma mais consciente. Agora que a minha mente já sabe quem manda, chegou a altura de passar para a próxima etapa.

A partir do próximo mês vou iniciar a etapa de seguir a minha missão. Não vai ser uma tarefa nada fácil, visto que não sei qual é o meu propósito. Até tenho um pouco de receio de chegar ao fim sem saber o que ando aqui a fazer. Vai ser uma etapa onde vou ter de me conhecer melhor, onde vou ter de responder a algumas questões que varri para debaixo do tapete. Vai ser uma etapa onde vou deixar de fazer coisas aleatoriamente para começar a seguir objectivos claramente definidos e consistentes com a pessoa que sou.

Para conseguir fazer isto, vou praticar os hábitos:

Conto com a vossa companhia em mais uma etapa, vamos seguir a nossa missão?




sexta-feira, 22 de julho de 2016

Semana #3: Como correu a visualização



Hoje é dia de balanço semanal, é impressão minha ou estas semanas têm passado a voar?

Esta semana consegui praticar a visualização todos os dias e foquei-me na pessoa que quero ser no que respeita a:
  • disciplina
  • força de vontade
  • carácter
  • os valores que quero acrescentar
  • tolerância
  • paciência
  • o meu comportamento

Todos os dias desta semana continuei a visualizar os meus dentes (está quase, quase) e o meu dia como na semana #1.


E a vossa visualização? Está a andar ou nem por isso?





quarta-feira, 20 de julho de 2016

Como corto o cabelo sozinha!


Eu tenho um cabelo difícil, e sempre detestei o meu cabelo até há 2 anos atrás quando aprendi a cuidar dele. É cheio de caracóis e nem todos os cabeleireiros sabem tratar do meu cabelo, aliás, na minha vida toda só encontrei uma cabeleireira que sabia o que fazer. Tendo em conta que nesse cabeleireiro, um corte de cabelo era mesmo caro, cortava o cabelo de 4 em 4 meses, às vezes estava 6 meses sem o cortar. É claro que o meu cabelo não andava nada saudável, tinha as pontas cheias de nós e muito finas.

Comecei a pesquisar coisas na net e finalmente aprendi a cuidar do meu cabelo sozinha. Hoje vou partilhar convosco como corto o cabelo em casa, depois de me inspirar aqui.

Assim que decidi o corte de cabelo que queria, andei à procura de tutoriais que me ensinassem a fazê-lo e já corto o cabelo sozinha há dois anos, a cada 2 meses. A primeira vez fui a medo e cortei pouco. Agora que já aprendi, decido quanto quero cortar. Nunca mais tive de sair de um cabeleireiro quase a chorar, por ter ficado com o cabelo muito curto. Quem manda agora sou eu!

Primeiro temos que ter uma boa tesoura, não é necessário uma tesoura profissional, mas convém que seja uma tesoura que corte bem e não "mastigue" o cabelo.

Neste momento, corto o cabelo em 2 etapas:

  • Primeiro escadeio
  • Depois corto em comprimento


As técnicas que utilizo são muito simples e qualquer um pode fazer, de seguida deixo-vos os tutoriais que me ensinaram.

Como escadear o cabelo





Como cortar em comprimento (arredondado)






segunda-feira, 18 de julho de 2016

Dica para visualização #2: Renova-te



"A vida recomeça todos os dias. Você é a pessoa que vive hoje. Pare de pensar que a pessoa que era ontem é a mesma que deve ser hoje. 
Dominique Loreau, A arte da simplicidade


Segundo a ciência, o corpo humano substitui 98% dos seus átomos em menos de um ano. O corpo elabora um novo revestimento estomacal a cada cinco anos, uma nova pele cada mês, um novo fígado cada seis semanas e um novo esqueleto cada três meses. Porquê continuar a confinarmo-nos ao que achamos que somos?

Se o nosso corpo está sempre em mudança, se as nossas células estão sempre em mudança, porque não mudarmos também o nosso modo de pensar e de ser. Porque não desfazermo-nos das coisas que já não nos dizem nada, pensamentos que já não têm razão de ser e apurarmos o nosso verdadeiro interior. Como se estivéssemos a destralhar a casa, mas em vez de nos desfazermos de roupa, livros, sacos e caixas, livramo-nos dos preconceitos, da nossa imagem de nós próprios, dos pensamentos negativos...

Se o nosso corpo está sempre em mudança, podemos visualizar a pessoa que nos queremos tornar, o nosso corpo, a nossa maneira de ser, a nossa forma de pensar, a nossa forma de agir. 

Podemos ser a melhor pessoa que queremos ser!


Fontes:
Chopra D (2009) Poder, liberdade e graça.Albatroz, Porto. 183 pp.






sexta-feira, 15 de julho de 2016

Semana #2: Como correu a visualização




Hoje é dia de balanço semanal!

Pratiquei a visualização todos os dias excepto um.

Esta semana escolhi visualizar coisas relacionadas com a minha mente:
  • coisas que quero aprender (melhorar o inglês, saber o meu propósito aqui);
  • o modo como quero expressar-me; 
  • o modo como quero afirmar-me para mim e para os outros;
  • o modo como quero pensar;
  • como quero viver "a dançar com o Universo"


Depois de cada item, continuo a visualizar cada dia, como na 1ª semana.

Esta semana que vem, vou fazer o mesmo. No entanto, todos os dias tenho que visualizar os meus dentes certinhos milimetricamente... é que o aparelho continua cá... humpf.


E vocês têm visualizado? Já sabem que gosto muito de saber de vocês.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Um ano de estilo de vida mais saudável: Como faço exercício sem ir ao ginásio?





Já vos tinha falado que há um ano decidi mudar o meu estilo de vida e alterei os meus hábitos de alimentação, exercício e sono. Hoje vou falar sobre o meu exercício físico.

Não tenho nada contra ginásios, simplesmente não funcionam para mim. Se me inscrevesse no ginásio, muito provavelmente seria daquelas pessoas que paga mas nunca lá mete os pés. Acho que tem muitas vantagens para quem lá vai, mas também acho que cada um de nós tem que perceber o que funciona connosco e não ir atrás do que toda a gente faz. Também não é por não irmos ao ginásio que estamos condenados a uma vida sedentária.


Como era o (não) exercício em criança e adolescente


Quando andava na escola primária o meu pai inscreveu-me a mim e ao meu irmão num Clube de Desportos e Juventude, para fazermos ginástica. Pratiquei durante 4 anos e adorava.

Quando comecei a ter Educação Física na escola só gostava de ginástica, detestava todos os outros desportos. Era a única disciplina que dava as faltas todas que podia dar.

Os anos de faculdade foram passados sem exercício até uma época de exames interminável em que passava horas seguidas a estudar toda torta na cadeira, quase deitada sobre a secretária. A sentir o meu corpo todo dorido e cheia de ansiedade por causa dos exames, decidi começar a fazer alguns exercícios em casa. Construí um plano de exercícios com os exercícios que vinham em revistas que tinha lá por casa (como o YouTube teria dado jeito naquela altura).


Em adulta


Já a viver em minha casa é que comecei a praticar exercício mais regularmente. Comprei um livro de Pilates numa feira do livro e comecei a praticar 3 vezes por semana. Depois andava uns tempos sem fazer nada e era assim uma coisa errática. 

Quando o André nasceu de cesariana, todos me diziam que a minha barriga nunca mais ia voltar a ser a mesma. Ouvia médicos a dizer que era muito difícil recuperar os músculos da barriga porque eram cortados na cirurgia. Eu pensei "Muito Difícil não é Impossível" e quando o André já tinha 1 ano, comecei a levar a coisa a sério, fazia todos os programas do livro, 3 vezes por semana, e quando acabava, voltava ao início. Consegui recuperar a forma e fiquei bastante satisfeita por ficar com a barriga ainda melhor do que antes da gravidez.

No ano passado quando decidi mudar o meu estilo de vida, devido às minhas crises de enxaqueca, comecei a fazer caminhadas 4 vezes por semana e introduzi alguns exercícios localizados e de relaxamento para aliviar a tensão acumulada na zona do pescoço e costas. Deixei o Pilates de lado.


Actualmente


O exercício é um processo fluído, vou planificando os exercícios conforme aquilo que acho que o meu corpo precisa em determinada altura. Voltei a praticar Pilates que me permite reforçar os músculos da zona superior do corpo e não ter dores de costas. 

Actualmente estou a praticar:
  • Pilates: 3 vezes por semana
  • Caminhadas: 4 vezes por semana
  • Exercícios localizados e de relaxamento: 2 vezes por semana

Futuramente tenho vontade de começar a praticar yoga, até já comprei um livro para perceber melhor esta prática, mas ainda não chegou o momento.


O único material que tenho e preciso


Uma ideia que as pessoas têm é que são necessários muitos aparelhos e material para fazer exercício em casa. No entanto, quando comecei não tinha material nenhum, utilizava o que tinha cá em casa: o tapete da sala, pacotes de 1 kg de arroz em cada mão a fazer de pesos, resistência imaginária para exercícios de força. 

Só mais tarde, gradualmente, é que fui investindo em algum material, o Rodrigo ofereceu-me um tapete de yoga, comprei um círculo de Pilates e uns pesos de 1 Kg. São as únicas coisas que tenho e que preciso.


O que o exercício mudou na minha vida


Além de me ajudar a não ter enxaquecas, permite-me:

  • Ter uma melhor postura
A minha postura é péssima, ando sempre torta e até já usei óculos prismáticos para corrigir isso, mas não corrigiu e fartei-me dos óculos e deixei de usar. O exercício ajuda-me a andar mais direita.

  • Ter mais elasticidade
Antes de fazer exercício regularmente, a minha elasticidade era nula. Tenho vindo a melhorar, mas ainda tenho muito que trabalhar para melhorar esta parte. Acho que o yoga vai ajudar bastante neste caso.

  • Não ter dores de costas
Devido à má postura e falta de elasticidade, andava sempre cheia de dores de costas. Quando andava mais que o costume lá vinham as dores. Principalmente com o Pilates, isso mudou, penso que tem a ver com o fortalecimento dos músculos abdominais que permite um maior suporte à zona lombar. As caminhadas numa posição correcta também me permitiram esse bem-estar.

  • Arejar a cabeça
Não há como não me sentir bem após o exercício. Aquela sensação de bem estar que me invade depois, vale bem o esforço.
Nos dias mais lunares, ajuda-me bastante a esvaziar a cabeça.

  • Ter o corpo em forma
Gosto de me sentir bem com o meu corpo e o exercício proporciona-me isso. Sinto-me enérgica, fluída e com força.

  • Enfrentar as coisas de frente
Quando ponho uma coisa na cabeça, tenho muita força de vontade e sou teimosa até dizer chega. Em vez de me acomodar e arranjar desculpas para não me mexer, decidi que só dependia de mim e consegui sozinha. Isto serve de inspiração para outras áreas na minha vida.


E é isto sobre o exercício físico que faço, noutro dia hei-de falar sobre o sono.



sexta-feira, 8 de julho de 2016

Semana #1: Como correu a visualização





Nesta primeira semana de visualização pratiquei todos os dias excepto dois. Já vos tinha dito que não sou perfeita.

Para esta primeira semana escolhi visualizar coisas relacionadas com o meu corpo, comecei pelos meus dentes, passei pela minha pele, pelo meu cabelo, pela minha saúde em geral, pela minha barriga e pelo meu corpo em forma. Imaginei o resultado que eu quero, imaginei ver-me ao espelho com esse resultado, até imaginei as pessoas a comentarem comigo esse resultado, como se já fosse realidade. E alguns poderiam pensar que é uma coisa fútil, mas relembro-vos o que li no outro dia "Se não cuidares do teu corpo, onde vais morar?". Muitas vezes esquecemo-nos que o corpo é o lugar onde habita a nossa alma e se o nosso corpo não estiver saudável e em forma, não conseguimos atingir todo o nosso potencial.

Em cada dia, depois de imaginar uma coisa específica, visualizei o meu dia. O que queria que acontecesse, o que queria fazer... E correu bastante bem, até consegui ser logo atendida numa consulta médica onde já tenho esperado horas.

E é isto, tem-me dado um grande gozo quando consigo libertar-me dos meus limites.

E vocês, têm conseguido visualizar?






terça-feira, 5 de julho de 2016

Dica para visualização #1: Sem limites


"Uma grande ponte sobre o Tejo. A revelação a todos surpreendeu. Bem vistas as coisas, o projecto só podia ser ambição de sonhadores e poetas, utopistas que viviam no mundo da fantasia; era lá possível erguer uma ponte sobre tão grande estuário?"
José Rodrigues dos Santos, O Anjo Branco


Ao praticar a visualização dei-me conta de tantos limites que impomos a nós próprios. Sejam limites geográficos, religiosos, preconceitos, papéis sociais e por aí fora.

Por vezes quero visualizar uma coisa determinada e dou por mim a pensar "Ah isso não dá, por causa disto ou daquilo" ou então "Será que quero mesmo essa coisa".
Supostamente podemos imaginar e visualizar o que queremos, podemos ser livres, podemos visualizar uma coisa hoje e outra completamente diferente amanhã, mas depois vem a nossa mente e intromete-se. 

Muitas vezes senti que quando era criança era mais fácil de sonhar, sonhava em ter uma casa com jardim, sonhava em ter um emprego gratificante e sonhava em fazer bolos para os meus filhos e depois netos. Quando cresci vi que não podia comprar uma casa com jardim, porque não tinha dinheiro para isso; não tive empregos gratificantes, tirando um trabalho ou outro, porque saí para o "mercado de trabalho" em plena crise e não faço muitos bolos para o meu filho porque optei por um estilo de vida mais saudável. Quase como se tivesse passado por um funil da realidade. Em criança, era tudo simples e tudo era possível e em adulta era tudo complicado. 

Ao praticar a visualização estou a reaprender a sonhar sem limites. Muitas vezes os limites estão dentro da nossa cabeça. Mesmo quando nos dizem que isto ou aquilo é impossível, nós é que somos os responsáveis por acreditar ou não. Além disso, também aprendi que o que queremos hoje, pode não ser o que queremos amanhã. E não faz mal.

Vou dar-vos um exemplo concreto: Quando o André nasceu era um bebé bastante grande e as auxiliares do hospital, olhavam para mim franganita e diziam que não ia conseguir amamentar um bebé tão grande. Aquilo exerceu bastante pressão sobre mim e pensei "Ah, não vou conseguir? Não vou? Agora é que vão ver!". E na realidade amamentei em exclusivo até aos 6 meses e quando ele começou a introduzir outros alimentos, continuei a amamentar até aos 18 meses. Olhando à distância, o que é que as auxiliares sabiam sobre mim, para poderem avaliar se era capaz ou não? Nada. E se eu tivesse acreditado nelas, provavelmente teria desistido à 1ª dificuldade.

Gostava de vos dizer que sou sempre assim, mas isso não é verdade, às vezes vou-me impondo limites resultantes da opinião alheia e outras vezes os limites são impostos por mim.

Uma das muitas coisas a praticar é alargar os meus horizontes e sonhar sem limites.




sexta-feira, 1 de julho de 2016

1º dia de visualização




Eu sei que podia ter escolhido visualizar o que quisesse no 1º dia de visualização, ideais elevados, ter muito dinheiro... Mas não, o que eu visualizei foi ficar sem aparelho, visualizei os meus dentes certinhos milimetricamente. Eu sei que a humanidade não ganha nada com isto, mas enfim. Cada um visualiza o que quer.

Tive de usar aparelho devido a um problema de oclusão que estava a causar desgaste nos dentes e de vez em quando lá ficava com o maxilar deslocado por não ter posição de repouso ao fechar a boca. Estava previsto usar aparelho durante 2 anos, mas já vai em 3. Estou farta de aparelho até à alma. Estou quase a tirá-lo, mas falta o quase há meses, e vou ao dentista de 2 em 2 semanas, corrigir cagagésimos de milímetros e isto nunca mais vai ao sítio. O meu dentista já nem me pode ouvir a perguntar quando é que é para tirar, mas ele não cede a pressões e só vai tirar quando estiver satisfeito com o resultado. Então vai daí, visualizei os meus dentes certinhos, a ver se é este mês que tiro este maldito.

Depois de visualizar a minha estrutura dentária, visualizei o meu dia. Já fiz isto quando li o livro que originou isto tudo, e gosto bastante. Visualizo o que quero fazer, imagino-me mesmo a fazer as tarefas tranquilamente, imagino como me quero sentir, até me imagino a saborear o pequeno-almoço... Isto permite sermos pro-activos e desfrutarmos melhor o nosso dia em vez de reagirmos e lidarmos com o que aparece. Mas não pensem que gosto de ter tudo controlado, deixo sempre espaço para imprevistos e surpresas que a vida tenha para me oferecer.

Penso que os próximos dias de visualização vão ser assim, começo por escolher o que quero visualizar e depois visualizo o meu dia. Vamos ver, o céu é o limite.

E vocês já começaram a visualizar?